<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160</id><updated>2012-02-06T18:29:12.676-03:00</updated><title type='text'>Opiniões, idéias, pensamentos e coisa e tal...</title><subtitle type='html'>Busco expor neste espaço virtual algumas das minhas opiniões, idéias, pensamentos... sobre muitas coisas. Coisas que observo, vejo, leio, vivo, sinto... Convicções que procuro externar, compartilhar, discutir.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-2056118589331483760</id><published>2007-11-01T16:32:00.000-03:00</published><updated>2007-11-01T16:40:04.859-03:00</updated><title type='text'>O Fenômeno Chávez</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/RyoqYNzJN6I/AAAAAAAAAAU/xwky08W-JTY/s1600-h/Chavez.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 225px; height: 158px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/RyoqYNzJN6I/AAAAAAAAAAU/xwky08W-JTY/s320/Chavez.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127957721224132514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O presidente da Venezuela Hugo Chávez, eleito para seu segundo mandato, é uma figura emblemática, carismática, popular, amada, odiada... Não importa o adjetivo que melhor tentem representá-lo. Ele é merecedor de uma análise nem um pouco superficial.&lt;p class="MsoNormal"&gt;É indubitável que Chávez a cada dia escreve seu nome na história daquele país, e que sua revolução, de conseqüências imprevisíveis, para alguns, desastrosas, e, para outros, salvadoras, está realmente acontecendo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para um brasileiro entender o fenômeno Chávez, à luz da verdade e sensatez, é um tanto complicado. Faltam informações. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A nossa imprensa, com forte ranço de direita neoliberal, insiste em rotulá-lo de inconseqüente, populista, golpista e outros “istas”, ao invés de analisar os fatos conjuntural e imparcialmente. A tendenciosa e desacreditada revista Veja insiste &lt;st1:personname productid="em denegri-lo. O" st="on"&gt;em denegri-lo. O&lt;/st1:personname&gt; estranho é o fato de nunca ter dispensado similar trato para ditadores sanguinários da América Latina, cujos nomes nem vale a pena citar. E muitos outros ao redor do mundo, que poucos sabem da longevidade no poder.&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ter estado na Venezuela há três anos, serviu para eu constatar &lt;i style=""&gt;in loco&lt;/i&gt; a popularidade de Chávez. O que vi &lt;st1:personname productid="em Santa Helena" st="on"&gt;em Santa Helena&lt;/st1:personname&gt; de Uairen (cidade interiorana distante de Caracas) foi, além de gasolina a R$ 0,16 o litro, uma cidade pacífica, de estrutura razoável, crianças fardadas indo para escola e uma enorme admiração popular pelo seu presidente. Algo distante da “realidade” daquele país que é apresentada por nossa imprensa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Longe de defender Chávez incondicionalmente, busco enxergar a ponta da raiz para tanto poder popular. Creio que seja a mesma que criou Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, Ortega na Nicarágua, e, de certa forma Lula no Brasil. Parece que a tão defendida democracia da messiânica doutrina George Bush está sendo entendida pelas massas latino-americanas, cansadas de discursos vazios e resultados poucos efetivos nas suas vidas, nas suas casas, nos seus pratos. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Descobriram o voto como instrumento de poder para reclamar o que lhes pertence, e estão elegendo verdadeiros representantes populares. Tomara que a doutrina Bush não venha nos dizer mais adiante que a democracia não é mais o melhor caminho para uma nação soberana e, sobretudo, com dignidade para seu povo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-2056118589331483760?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/2056118589331483760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=2056118589331483760' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/2056118589331483760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/2056118589331483760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2007/11/o-fenmeno-chvez.html' title='O Fenômeno Chávez'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/RyoqYNzJN6I/AAAAAAAAAAU/xwky08W-JTY/s72-c/Chavez.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-4410554044471280486</id><published>2007-08-22T00:54:00.000-03:00</published><updated>2007-08-22T00:59:02.713-03:00</updated><title type='text'>O Piauí e a Philips</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/Rsuz_wi93BI/AAAAAAAAAAM/PyAMSpFXPBI/s1600-h/PiauiPhiplis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 139px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/Rsuz_wi93BI/AAAAAAAAAAM/PyAMSpFXPBI/s320/PiauiPhiplis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101368910871911442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Depois de muito tempo distante deste blog, resolvo sair da moita para externar minha opinião sobre o recente e polêmico fato que mexeu com a auto-estima de nós piauienses, as declarações do diretor da poderosa Philips de que “se o Piauí não existisse ninguém ficaria chateado”. Foram manifestações das mais variadas, desde rebeldes sem causa quebrando televisores em praça pública a repúdio formal do governador do estado. Sem falar de jornalistas, que se manifestaram seus protestos de forma uníssona, a OAB recomendando ações judiciais, e até o maior empresário do estado suspendendo compras da famosa marca. Tudo isso merece uma análise detalhada e algumas conclusões criteriosas. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Apesar das declarações acerca do nosso estado tenham fortes indícios de preconceito e ignorância, antes de qualquer reação tola e descabida, deveríamos refletir sobre elas. A partir daí, poderíamos encontrar algumas verdades que o nosso ufanismo exacerbado não nos permite enxergar. Verdades que podem ser duras, mas essenciais. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Algo como: somos inexpressivos sim. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;O nosso PIB é de 0,2% do PIB nacional. O que falar de nossas indústrias, da produção científica de nossas faculdades, da nossa “elite” de jornalistas, dos nossos representantes esportivos? Um desinformado diria: temos a melhor escola do País. Ótimo, mas temos as piores, o que evidencia a crueldade das desigualdades. Temos o Delta e a Serra da Capivara. Certo, juntamente com a incompetência de explorar nossas riquezas naturais. Tivemos Petrônio Portela, grande estadista, mas hoje temos uma trupe de políticos que nem vale a pena citar. Reconhecer nossa inexpressividade em um mundo global e competitivo seria o primeiro passo para reverter tão calamitosa situação. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Pergunto aos Piauienses: E se Serra Leoa deixasse de existir, ficaríamos chateados? Creio que não. Em primeiro lugar, poucos sabem onde fica Serra Leoa, ou ao menos se “isso” existe. Já os mais dotados de conhecimentos diriam que a inexpressividade de Serra Leoa para o mundo faz deste país uma nação irrelevante. Então, como piauiense, imitando o “nobre” Paulo Zottolo, imploro: não sejamos uma Serra Leoa, esquecida no coração da África com um cruel IDH (índice de desenvolvimento humano). E torço para que os leoneses, em uma reação “a &lt;st1:personname productid="la Piau￭" st="on"&gt;la Piauí&lt;/st1:personname&gt;”, não venham até aqui cortar meus braços como faziam com seus inimigos tribais há pouco tempo. Acho que não. Eles reconhecem seus problemas, suas debilidades e suas mazelas sociais. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-4410554044471280486?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/4410554044471280486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=4410554044471280486' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/4410554044471280486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/4410554044471280486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2007/08/o-piau-e-philips.html' title='O Piauí e a Philips'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_25_dXhQwcEw/Rsuz_wi93BI/AAAAAAAAAAM/PyAMSpFXPBI/s72-c/PiauiPhiplis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-116450819228317551</id><published>2006-11-25T23:21:00.000-03:00</published><updated>2007-03-13T20:49:47.386-03:00</updated><title type='text'>Beatles Forever</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1920/997/1600/311737/imagem.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 261px; height: 209px;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1920/997/320/413516/imagem.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Experimentar o novo é sempre muito interessante. Ouvir algo inédito, experimentar novos sabores, trilhar caminhos nunca trilhados, contemplar cenas nunca vistas, tudo isso é quase sempre surpreendente. Nesse sentido, gosto de explorar o maravilhoso mundo da música na busca do novo (do novo autêntico, não do “novo” que apenas se repete). Descobrir uma nova batida, uma nova mistura de som, um novo ritmo, é uma experiência e tanto. Lembro de quando ouvi do Chico Science o som do seu Mangue Beat, em um longínquo Abril pro Rock em Recife. Via ali algo verdadeiramente novo, autêntico e original. No entanto, não apenas um novo som pode surpreender. Velhas músicas e composições também têm o encanto de novas descobertas, e é sempre muito oportuno revisitá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi recentemente rever alguma coisa da discografia dos Beatles, e quando a gente pensa que ali não encontrará mais novidade alguma, é pego de surpresa por uma música muito atual e de extrema qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia alguém disse: “algumas bandas mudaram a música, os Beatles mudaram o mundo”. Sim, os Beatles mudaram o mundo e ainda influenciam a  música. A música dos Beatles é atemporal. E mais do que isso, parece ficar melhor com o tempo. O romantismo de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The long and winding road&lt;/span&gt;, o politicamente correto de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;All you need is love&lt;/span&gt;, o toque psicodélico de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lucy in the sky with diamonds&lt;/span&gt;, a batida forte de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Helter Skelter&lt;/span&gt;, a guitarra em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;while My Guitar Gently Weeps&lt;/span&gt;... Tudo isso é muito atual (para ser benevolente com as atualidades musicais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aqui uma sugestão. Antes de cegamente extasiar-se com novidades de ocasião ou invencionices baratas, sacuda a poeira da &lt;a href="http://homepage.ntlworld.com/alan.stuart/music/discography/beatles.html"&gt;discografia &lt;/a&gt;dos Beatles, assim como de muitas e muitas outras esquecidas, e constate que quase sempre ainda há algo de muito bom para ser descoberto, ou redescoberto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-116450819228317551?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/116450819228317551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=116450819228317551' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/116450819228317551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/116450819228317551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/11/beatles-forever.html' title='Beatles Forever'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-116277377952592226</id><published>2006-11-05T21:38:00.000-03:00</published><updated>2006-11-08T16:00:15.183-03:00</updated><title type='text'>Passadas as eleições, saio da moita</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Já faz algum tempo que não escrevo aqui. Devido ao período eleitoral, achava sempre que teria que escrever sobre política. Apesar de achar que havia coisas interessantes a discorrer sobre o assunto, resolvi ficar na “moita” (pelo menos aqui no meu blog) temeroso do fervor da defesa de minhas convicções, não ser entendido e, por conseguinte, ter o repúdio daqueles que apreciam o que escrevo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;É totalmente justificável evitar o embate quando a pauta é a política. É um tanto difícil não se render a interesses pessoais, paixões, etc. e tal. Ou então, romper o limite da paciência e engalfinhar-se em uma discussão inócua com quem não tem a informação como embasamento. Enfim, motivos não faltam para se ter a “moita” como melhor local nessas ocasiões.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Passadas as eleições, espero, e muito, que o Brasil tome um rumo íngreme de crescimento (como já falado &lt;a href="http://weyler.blogspot.com/2006/06/nosso-capitalismo-capenga.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), que diminua esse enorme fosso entre pobres e ricos, muito embora não seja o desejo de muitos, que seja continuado o processo de maturidade política, que priorizem a educação de qualidade, e que um dia tenhamos orgulho de um Brasil grande. E mais orgulho ainda de um Brasil justo, e para todos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-116277377952592226?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/116277377952592226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=116277377952592226' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/116277377952592226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/116277377952592226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/11/passadas-as-eleies-saio-da-moita.html' title='Passadas as eleições, saio da moita'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-115557062380015385</id><published>2006-08-14T12:45:00.000-03:00</published><updated>2006-08-30T13:58:24.470-03:00</updated><title type='text'>Afinal, para que serve a ONU?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/1600/Image-02_23_ONU.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 277px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 190px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/Image-02_23_ONU.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A ONU – Organização das Nações Unidas – foi criada em 1945, após a segunda guerra mundial, com o objetivo de prover meios para a manutenção da paz entre as nações, assim como, mecanismos de ajuda humanitária. Talvez, pela primeira vez na história, era criado um órgão internacional que pudesse contribuir para um convívio harmonioso e equilíbrio entre as nações do mundo. &lt;p class="MsoNormal"&gt;Infelizmente, fatos das últimas décadas vêm mostrar que a ONU pode até servir como órgão para fins humanitários de caráter assistencialista pelo mundo afora, porém, não como mecanismo de mediação de conflitos e manutenção da paz. A atuação da ONU nessa área é patética e beira o absurdo. Vai de encontro a qualquer lógica e bom senso. Como se não bastasse a sua parcialidade evidente, suas resoluções simplesmente não são cumpridas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A força do unilateralismo do mundo atual eleva o papel da ONU para última instância de esperança de um mundo marcado pela brutalidade da opressão, onde nações detentoras de poder se julgam no direito da agressão, com justificativas só não mais inaceitáveis que a agressão &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em si. A"&gt;em si. A&lt;/st1:personname&gt; atuação da ONU, que deveria ser solução para a opressão desmedida, é pura frustração. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Israel sistematicamente, e com muita competência, aniquilou uma nação, que a custa de apreciável esforço, conseguiu se erguer de terra-arrasada para terra de paz e prosperidade. A ONU assiste a tudo impotente e inerte. Nada a fazer senão lamentar a morte de seus emissários. Coincidentemente, ou não, o recado para que a ONU saisse do Líbano, foi bem parecido com o recado para que saísse do Iraque. Em ambos os casos, escrito com o sangue de seus enviaodos, verdadiros guerreiros da paz. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Poderia aqui enumerar várias e várias resoluções da ONU não cumpridas por Israel, referentes à Palestina, ao Líbano e a Síria. Nenhuma punição. Assim como, inúmeros massacres ocorridos pelo mundo, onde o único resultado é sempre a indignação inócua de alguns setores da sociedade. São muitos. O massacre de Sabra e Shatila, no território libanês, teve sua crueldade na execução de crianças e mulheres. Ariel Sharon, ex-premier israelense, era o comandante. Já em Ruanda, a crueldade mostrou seu rosto em números alarmantes, trinta mil mortos em poucas horas. Sem motivo contundente, ou melhor, sob muita mentira, os Estados Unidos invadiram Iraque sem aprovação da ONU. O Iraque hoje, entregue ao caos urbano, beira a guerra civil.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A conclusão de tudo isso, é algo que falei nesse blog: “Se queres paz, prepara-te para guerra”. A única garantia de uma nação não ser covardemente atacada, quando ruínas são cemitérios de crianças, é estar preparada para uma reação à altura da agressão covarde. Salve o Iran, que no vácuo da inoperância da ONU, toma iniciativa corajosa e ousada ao buscar meios de defender sua integridade territorial e a vida de seus habitantes da constante ameaça imposta pelas nações guerreiras.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-115557062380015385?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/115557062380015385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=115557062380015385' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115557062380015385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115557062380015385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/08/afinal-para-que-serve-onu.html' title='Afinal, para que serve a ONU?'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-115280031594687818</id><published>2006-07-13T11:10:00.000-03:00</published><updated>2006-11-25T23:48:31.843-03:00</updated><title type='text'>Guerra e Opressão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/1600/guerra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 280px; cursor: pointer; height: 177px;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/guerra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Falar em guerra é falar de insensatez, algo estúpido, que rompe os limites da racionalidade. Porém, sinto saudade das guerras. Não que tenha vivido ou acompanhado alguma para sentir saudade. Na verdade, sinto falta das iminências e das ameaças de guerras, ou de um passado que de certa forma nunca vivi.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A guerra apresenta à humanidade preciosas circunstâncias e fatos. Há muitos sentimentos que só a guerra evidencia em toda sua pureza. Lá os antagonismos se alargam, amor e ódio, medo e coragem, covardia e bravura, conflito e paz... A bravura, a agonia, a estupidez, o ódio, a dor, precisam desse pano de fundo para realçar suas mais elevadas magnitude e contundência – a bravura de um soldado na linha de fogo, a agonia do inimigo capturado, a estupidez do carrasco...&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;É muito oportuno quando se fala diante uma grande desgraça: na guerra é pior. Concordo. Na guerra é bem pior. Muito pior.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas por que a saudade das guerras, iminências de guerras, sentimentos da guerra? Simples, hoje não há mais guerras, nem iminências. O que não significa que se viva em um mundo de paz. Muito pelo contrário. Para que haja guerra, há a necessidade evidente de equilíbrio de forças. “Se queres paz, prepara-te para a guerra”. Muitos são os que não estão preparados para a paz por não estarem preparados para a guerra. Pouquíssimos são os que estão preparados. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Apesar de ter vários acessórios de uma guerra, o que ocorreu no Golfo, nos anos 90, no Iraque recentemente, no Afeganistão, na faixa de Gaza nesses dias, não é suficiente para preencher a lacuna histórica carente por guerras. Tudo isso não é guerra. É opressão, no seu estado mais nocivo e cruel. Como já falei, guerra requer equilíbrio de forças, ou, no mínimo temor mútuo entre as partes. Quando a manifestação da força é unilateral, temos pura e simplesmente a opressão, mais desumana e hipócrita.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Governos opressores não querem guerra, nem ameaças. Querem exercer o papel de opressores sem maiores infortúnios. Rechaçam qualquer possibilidade de fortalecimento do provável oponente. Impedir que países como a Coréia do Norte ou Irã façam parte do grupo de detentores de armas nucleares, em primeiro momento, parece bem sensato, caso outras nações, como Israel, que possui mais de vinte ogivas nucleares, fossem submetidas às mesmas regras. Infelizmente, a opressão persistirá, sem contratempos, sem guerra. &lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-115280031594687818?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/115280031594687818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=115280031594687818' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115280031594687818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115280031594687818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/07/guerra-e-opresso.html' title='Guerra e Opressão'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-115231850497097052</id><published>2006-07-07T21:14:00.000-03:00</published><updated>2006-07-09T19:08:44.030-03:00</updated><title type='text'>Afirmação infeliz de um repórter na Alemanha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/1600/Image-04_1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 264px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 181px" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/Image-04_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Recentemente assistia a um noticiário da Globo, quando o repórter esportivo Tino Marcos falava diretamente de Dachau, o primeiro campo de concentração nazista. Entre um e outro apelo emocional, disse que na câmara de gás daquele campo haviam morrido milhares de judeus. Não é verdade. O conhecido repórter estava totalmente equivocado. A câmara de gás de Dachau não foi utilizada para fins homicidas. Eu estive lá dentro e fotografei a placa com essa informação, que estava escrita em inglês e alemão. Esse meu relato pode parecer insignificante e inoportuno, porém mostra quão equivocado podem ser relatos históricos. E quão irresponsável podem ser aqueles encarregados de apresentá-los. Pior que a desinformação é a informação errada. &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aproveito para lembrar da minha emocionante experiência em Dachau. É um tanto perturbador ver o que já foi palco dos maiores atos da estupidez humana, deparar-se com fornos crematórios, alojamentos desumanos. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Admiro a Alemanha por permitir que seu passado seja esmiuçado, mesmo havendo muitos “Tinos Marcos” que se engalfinham pelo sensacionalismo, ou por ignorância ou irresponsabilidade. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Que bom seria se os americanos abrissem as prisões de Abu Graib, no Iraque,&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;e Guatânamo, em Cuba, para visitas! Que bom seria se houvesse o museu do terror mostrando a barbárie dos exércitos israelenses na Cisjordânia, em Gaza... as crianças e mulheres mortas por eles em Sabra e Shatila! &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;De que adianta reviver o holocausto do passado? Quando, no presente, atos tão deploráveis são realizados por governos democratas, paladinos da “verdade” e representantes do eixo do “bem”?&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-115231850497097052?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/115231850497097052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=115231850497097052' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115231850497097052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115231850497097052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/07/afirmao-infeliz-de-um-reprter-na.html' title='Afirmação infeliz de um repórter na Alemanha'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-115107094205469441</id><published>2006-06-23T10:53:00.000-03:00</published><updated>2006-07-05T23:17:51.633-03:00</updated><title type='text'>A revolução silenciosa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Revolução é uma palavra forte. Remete-nos quase sempre a mudança, ruptura, incerteza... A humanidade já vivenciou algumas revoluções. Muitas delas alteraram radicalmente o curso da história e a formação das civilizações. Revoluções já fazem parte do cotidiano histórico. Ocorrem e sempre ocorrerão. São fundamentais. Representam muitas vezes passos da evolução da nossa espécie. E em algumas vezes, a nossa própria sobrevivência. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O matemático Malthus, em uma época distante, dizia que o crescimento geométrico da população humana, em contraste com o crescimento aritmético da produção de alimentos, levaria a humanidade a um terrível colapso. A revolução industrial mostrou que ele estava errado. Revoluções são assim, alteram o curso natural das coisas. Rompem com qualquer determinismo ou lógica capaz de projetar o tempo futuro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Diferentemente do que alguns pensam,&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;uma revolução não ocorre do dia para a noite. E muitas vezes passa até despercebida, e só a história a ratifica. Talvez, isso esteja ocorrendo agora. Muitos não percebem, mas estamos no meio de uma revolução. A história mostrará isso.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;A essa revolução, podemos chamar de revolução da informação, no sentido mais amplo da palavra, que assim como a comercial ou a industrial, ocorridas outrora, vem alterar profundamente o rumo do nosso mundo: valores econômicos, comportamentos, culturas, comércios, tecnologias...&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Essa revolução está ocorrendo em várias esferas e de forma muito intensa. Nunca foi tão fácil se ter acesso à informação, comunicar-se, falar, ouvir e ser ouvido. Os meios são muitos. As fontes de conhecimento são quase inesgotáveis. Tudo vem se tornando muito dinâmico.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A Internet provê um meio pelo qual conversamos, pesquisamos, compramos, expomos nossas idéias, conhecemos pessoas... A TV digital, prestes a chegar este ano em nossas casas, trará um leque muito maior de possibilidades de entretenimento, informação, e além do mais, será interativa e de alta qualidade. A telefonia celular, que avança a passos gigantes, traz novidades a cada dia, provendo grande mobilidade e disponibilidade à comunicação. Sistemas modernos apresentam imagens via satélite tornando o mundo acessível ao tocar de um mouse. Comunidades virtuais são criadas a cada dia. Idéias são expostas em &lt;i&gt;blogs&lt;/i&gt; aos milhares, e sem censura. A evolução tecnológica azeita a revolução da informação. E muita coisa ainda está por vir.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que o mundo ganha e perde com tudo isso? É uma incógnita. Qualquer previsão é mero achismo. Este novo mundo é algo como uma corrida ao ouro em um mundo selvagem, muitas possibilidades, medos, esperanças, poucas regras... uma nova ordem. Para aqueles que têm acesso a esse “maravilhoso” mundo novo, os ganhos são sensíveis. Para os excluídos, por opção ou não, resta apenas a amarga marginalização em um novo universo de muitas e novas possibilidades.&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=";font-family:'Times New Roman';font-size:12;"  &gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-115107094205469441?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/115107094205469441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=115107094205469441' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115107094205469441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/115107094205469441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/06/revoluo-silenciosa.html' title='A revolução silenciosa'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114968996285159383</id><published>2006-06-07T11:16:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T22:25:06.253-03:00</updated><title type='text'>Nosso capitalismo capenga</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Não sou fã do capitalismo. Muito pelo contrário. Acho que o capitalismo é responsável por grande parte das nossas desgraças. A violência, a miséria, as desigualdades, talvez tenham seus alicerces nesse sistema. A questão é&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;como encontrar uma alternativa ao capitalismo que possa ser efetivamente viável para o desenvolvimento de alguma nação. O certo é que não há opções nem espaços para invencionices tolas. Países que tentaram romper com práticas capitalistas foram duramente penalizados por enveredarem pela contra-mão da história.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não há opção alguma senão jogar de acordo com&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;as regras que já estão bem definidas. Estas regras são claras. A possibilidade de quebrá-las só existe nos discursos da esquerda histérica e ultrapassada. Não há alternativa&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;para aspirantes ao desenvolvimento senão seguir o modelo do capitalismo liberal e crescer e crescer economicamente. E é nesse contexto que o Brasil está fazendo muita coisa errada, para não dizer tudo. Assume o caráter de neoliberal, mas não a postura. A aposta em meios de produção que não geram valor agregado é um grande erro estratégico. Enquanto um quilo de soja vale cinqüenta centavos de dólar, um quilo de satélite vale cinqüenta milhões de dólares. Não exportamos satélite. Plantamos soja. Isso se dá por não termos a ousadia de ousar. A produção tecnológica aqui está em segundo, terceiro, quarto... plano. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Estamos engessados em um sistema político burocrático, que pode até servir para alguma coisa, mas não serve para nos fazer crescer. A sociedade inerte, que com alguma razão, alega que a culpa é do estado, não faz sua parte. O jovem brasileiro, com todo o seu potencial intelectual e produtivo, tem seu esforço concentrado na meta de passar em um concurso público, ao invés de direcioná-lo para projetos tecnológicos. A violência urbana e a corrupção amedrontam investimentos estrangeiros. Enfim, são muitos contratempos rumo ao exercício do capitalismo que nos levaria&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a um íngreme desenvolvimento econômico. O caminho até lá é longo e sinuoso, porém está sendo desbravado por países como a China, Índia e México, que a cada dia, ganham notoriedade por suas cartadas certas nesse jogo econômico global. E ao Brasil, ao invés do aprendizado, resta apenas a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;frustração. O velho gigante adormecido parece nunca despertar de sua longa hibernação.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114968996285159383?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114968996285159383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114968996285159383' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114968996285159383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114968996285159383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/06/nosso-capitalismo-capenga.html' title='Nosso capitalismo capenga'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114847749669713035</id><published>2006-05-24T10:27:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T20:08:22.356-03:00</updated><title type='text'>O Brasil de verde-amarelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/1600/bandeira_bola.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 148px" height="188" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/bandeira_bola.jpg" width="287" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fico impressionado em ver o Brasil vestido de verde-amarelo. São centenas de bandeiras, faixas, camisas. Campanhas publicitárias têm que mostrar bola, falar em copa ou futebol, para que tenham sucesso. É tudo muito bonito, é certo, mas é algo ilógico e totalmente desproporcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que peso tem a copa do mundo para o Brasil ou em nossas vidas? Alguém poderia até responder: É a nação brasileira que está ali. É a nossa bandeira para o mundo. De certa forma até concordo, porém, perguntaria: E os jogos olímpicos? As olimpíadas sim, refletem a força, o potencial esportivo de um país. Quão seriamente o esporte e a educação são tratados por uma nação pode ser medido ali. Olimpicamente falando, somos um fracasso. Outro desavisado poderia dizer: Somos o país do futebol. Vejo uma certa incoerência em intitular assim um país que não consegue segurar seus melhores craques, que tem a virada de mesa como regra número um de campeonatos, de uma violência estarrecedora nos campos, de dirigentes corruptos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torcer com todo fanatismo para o Brasil é querer mostrar para nós mesmos e para o mundo que somos bons, ou os melhores, diante a impossibilidade de mostrar que somos bons para construir um país rico e justo. Mas talvez um Brasil rico não produzisse tantos craques. Os jovens trocariam o campo pela faculdade e a bola por um livro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114847749669713035?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114847749669713035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114847749669713035' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114847749669713035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114847749669713035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/o-brasil-de-verde-amarelo.html' title='O Brasil de verde-amarelo'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114830577522580856</id><published>2006-05-22T10:38:00.000-03:00</published><updated>2006-05-22T22:22:35.410-03:00</updated><title type='text'>Uma opinão sobre Israel</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 232px; CURSOR: hand; HEIGHT: 182px" height="183" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/20060103_%20184.jpg" width="264" border="0" /&gt;Dentre as várias constatações que pude obter na minha viagem para o Oriente Médio, uma já era esperada: O estado de Israel é uma aberração geopolítica. Israel poderia estar em alguns lugares do mundo, na Europa, na América do Norte, menos ali. A cultura hebraica é totalmente dissonante em um mar de cultura e costumes árabes. Jerusalém, por exemplo, é uma cidade árabe. A dominação israelense daquele fantástico lugar é algo comparado a um estupro, deplorável e nojento, algo imposto pela força. A ganância, hipocrisia e crueldade de parte do povo judeu, que motiva está triste realidade, para mim não é surpresa. O mundo civilizado aceitar tal situação é uma vergonha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114830577522580856?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114830577522580856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114830577522580856' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114830577522580856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114830577522580856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/uma-opino-sobre-israel.html' title='Uma opinão sobre Israel'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114789247218545145</id><published>2006-05-17T15:44:00.000-03:00</published><updated>2006-05-17T17:33:35.386-03:00</updated><title type='text'>O jeito árabe de viver</title><content type='html'>&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 233px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" height="137" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1920/997/320/20060101_%20134.jpg" width="250" border="0" /&gt;É uma experiência e tanto constatar que no mundo há modos de vida diferentes do nosso. Vivenciar um outro paradigma de civilização é algo surpreendente. Outros costumes, outras religiões, outras ambições, outras formas de encarar a vida. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A vida dentro de um único contexto nos impõe padrões a serem seguidos. Achamos que esses padrões são inquestionáveis e irretocáveis. E o que é pior, colocamo-nos na posição de criticar tudo e todos que estão contra as nossas verdades, ou falsas verdades. Esse condicionamento ao ambiente que nos circunda, pode parecer muito natural, mas é nocivo para que possamos entender nosso mundo de maneira abrangente e livre de conceitos equivocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso mundo é o do capital, produto de um modelo capitalista liberal que ainda não mostrou muita coisa para a humanidade além de falsos valores. Nossas ambições são na grande maioria norteadas por conquistas matérias. Estar motivado é simplesmente estar apto a jogar um jogo onde o objetivo é sempre ter mais e mais. Vivemos a constante e insaciável busca de estar procurando algo que nem sabemos o que é, nem para que serve, mas buscamos. A nossa frustração é não ter aquilo que nos disseram que deveríamos ter. Esse é nosso mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo árabe os valores são outros. Tomemos como exemplo o Egito. É um país pobre, assim como Brasil. Tem lá suas desigualdades, mas não chega a ser uma aberração. A questão que o Egito não se frustra por sua condição sócio-econômica. É pobre, e daí? Não estar arraigado aos padrões ocidentais não gera frustração alguma em ser pobre. Assim é o povo árabe, povo de fé, honesto, de bem com a vida, e com muito respeito ao próximo. Parece paradoxal a idéia que a sociedade mulçumana respeite o próximo mais que uma sociedade cristã (ou que se julga cristã), mas é o que ocorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não tirarmos a venda dos olhos que não nos permite enxergar além da América do Norte ou Europa, teremos sempre o Oriente Médio como terra de fracassados, homens-bomba e retrocesso social. Nosso grande compositor Villa-Lobos dizia: se considerarmos as civilizações indígenas brasileiras sobre aspectos econômicos, não há nada que possam nos ensinar. Porém, se as virmos sobre o convívio social e familiar, temos muito que aprender. O mundo árabe tem muito que nos ensinar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114789247218545145?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114789247218545145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114789247218545145' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114789247218545145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114789247218545145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/o-jeito-rabe-de-viver.html' title='O jeito árabe de viver'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114778213712097751</id><published>2006-05-16T09:21:00.000-03:00</published><updated>2006-05-24T09:06:24.163-03:00</updated><title type='text'>Brasil, país de bandidos</title><content type='html'>É estarrecedor constatar que nosso país é um país de bandidos. Eles estão por todas as partes, não somente nas ruas, favelas, presídios, mas nas instituições públicas, senado, congresso, assembléias, sindicatos, igrejas, tribunais, prefeituras... Estão em todas as camadas sociais, são de todas as religiões e credos, profissões, etnias...de todas as idades. O brasileiro tem tendência natural ao crime, à contravenção. Por que o brasileiro é assim, desonesto, senão corrupto, corruptível? De onde vem essa sua natureza de pensar que a desonestidade e o banditismo são quase sempre a melhores alternativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se fala de injustiça social. Balela, pura tolice. Parece até discurso de esquerdista ultrapassado estilo Heloísa Helena. Pode até contribuir, mas não é efetivamente a causa. Insistir em dar um peso desproporcional às mazelas sociais para a questão da violência, é algo bastante simplório para uma questão de causas muito abrangentes e complexas. É certo que o fosso social no Brasil é algo ímpar no mundo. Não há neste planeta uma estratificação social tão desigual e injusta quanto a nossa. Porém, se esse fosse o principal motivo, o que dizer de países como Egito, Índia, entre muitos outros, de população miserável, mas digna, onde não há violência urbana? Alguns dizem: é porque são culturas diferentes. Ótimo, concordo. Assim, nosso problema maior não é o social, mas o cultural. Razão bem mais plausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto de violência que vive o brasileiro, o combate preventivo e reativo ao crime é imprescindível, mas buscar as raízes da violência, à luz da sensatez, é fundamental. Isso fará que tenhamos soluções verdadeiramente efetivas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114778213712097751?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114778213712097751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114778213712097751' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114778213712097751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114778213712097751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/brasil-pas-de-bandidos.html' title='Brasil, país de bandidos'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114740160613218669</id><published>2006-05-11T23:19:00.000-03:00</published><updated>2006-05-15T21:23:12.893-03:00</updated><title type='text'>O Imbróglio da Serra da Capivara</title><content type='html'>É grande a falta de conhecimento daqueles que, em apoio a Niede Guidon,  criticam a posição austera do governador para rechaçar as críticas proferidas pela arqueóloga no programa Fantástico. Esta senhora se julga proprietária do enorme tesouro que é a serra da Capivara, guardiã insubstituível e detentora das verdades absolutas. Achar que a Serra da Capivara é Niede Guidon é atribuir muito pouco ao nosso grande legado ecológico e pré-histórico. Acho que o tom firme e contundente do governador foi muito brando para alguém que já ameaçou cortar as pedras com as inscrições rupestres para que fossem levadas para museus no exterior. Quem conhece a doutora Niede Guidon sabe bem de sua arrogância, intransigência e chantagens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114740160613218669?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114740160613218669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114740160613218669' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114740160613218669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114740160613218669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/o-imbrglio-da-serra-da-capivara.html' title='O Imbróglio da Serra da Capivara'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-114727456218975259</id><published>2006-05-10T12:09:00.000-03:00</published><updated>2006-05-10T12:22:42.206-03:00</updated><title type='text'>Piauí de luto</title><content type='html'>Acordei hoje com a triste notícia do falecimento do professor Marcílio. Se "o homem é eterno quando seu trabalho permanece", o professor Marcílio obteve a eternidade. Tentar avaliar o legado que este homem deixou para a nossa sociedade é tentar mensurar o imensurável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-114727456218975259?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/114727456218975259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=114727456218975259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114727456218975259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/114727456218975259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2006/05/piau-de-luto.html' title='Piauí de luto'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12006160.post-111291934918594066</id><published>2005-04-07T21:13:00.000-03:00</published><updated>2005-04-07T21:15:49.186-03:00</updated><title type='text'>Usando um blog</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Bem, esta é a minha primeira experiência com um blog. Começarei a partir de agora externar meus pensamentos neste espaço.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12006160-111291934918594066?l=weyler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weyler.blogspot.com/feeds/111291934918594066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12006160&amp;postID=111291934918594066' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/111291934918594066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12006160/posts/default/111291934918594066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weyler.blogspot.com/2005/04/usando-um-blog.html' title='Usando um blog'/><author><name>Weyler</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10652899761605443083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_25_dXhQwcEw/RyoyadzJN7I/AAAAAAAAAAc/GLYT6-gcHyo/s320/Weyler_2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
